segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Cinco Cameras Quebradas

domingo, 3 de agosto de 2014

Genesio na Rede: Amazônia na sala de aula

Genesio na Rede: Amazônia na sala de aula: Projeto desenvolvido pelos professores Carlos Alberto (Geografia) e Célia (Artes) em conjunto com a turma 704 reproduziu a Amazônia na sal...

sábado, 19 de julho de 2014

Paisagem, conceito geográfico.

[ ] O que os ecologistas chamam "meio ambiente" nós geógrafos chamamos "paisagem", conceito mais abrangente, por não excluir as sociedades humanas e seus objetos como faz aquele. Paisagem, ao contrário do meio ambiente que dele prescinde, tem como referencial o ser humano, não existindo sem ele. [ ] [ ] [ ] [ ] Compartilhado do Google Keep

domingo, 6 de julho de 2014

Salve Pendão da Esperança!

Diferente da copa de 70, muitas bandeiras do Brasil enfeitam as ruas. Naquela época, víamos bandeiras verde e amarelo, mas raramente a bandeira oficial. Talvez devido a ditadura militar fosse mais temeroso usar a bandeira oficial para informalidades. Ela era algo sagrado, simbolizava o Brasil mas não exatamente a nação. A bandeira brasileira foi criada pelas elites, não nasceu do povo e de suas lutas, foi imposta. Mas qual bandeira não foi criada pelas elites? Penso que todas. Me ocorre então que bandeira e coisa de militares, sim, militarismo que extrapolou os muros dos quarteis como muitas outras coisas. O fenômeno atual e essa bandeira artificial, imposta, burguesa, militar cair nos bracos do povo, inundar as ruas com sua beleza sem par cuja surrealidade surpreende e encanta. Sol a espraiar-se sobre uma linda planície verdejante trazendo, no entanto, em seu seio, belíssima noite estrelada. E bonito ver a bandeira em todos os prédios e ser visto por seu olho estrelado e loiro carregado de esperança. Quisera não fosse apenas durante a copa, fisessemos como os estadunidenses e passassemos, não belicamente como eles, a amar realmente nossa nacionalidade, nosso território, tão ricamente ali representados. Compartilhado do Google Keep

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Saudade

Que saudade daquele tempo em que faltava luz. Ficávamos todos juntos e podíamos contar histórias, as mesmas de sempre, João e Maria, Chapeuzinho Vermelho, mas nunca as mesmas, inventavamos no meio e tudo mudava e ficava muito engraçado. Então a falta de luz era cheia de luz. As crianças eram pequenas e a fantasia grande. Eis um momento daqueles que podemos chamar de inesquecíveis pois marcaram a emoção, um momento eterno, porque sempre conosco. Tomara, no futuro, falte luz de novo nas casas e assim esses momentos se reproduzam para filhos e netos. Compartilhado do Google Keep

quinta-feira, 16 de maio de 2013


Fazer Geografia.

 
Mapas são análises espaciais, uma vez que, na impossibilidade de representar tudo o que há no espaço, elege objetos naturais e/ou culturais para representar a realidade. O mapa por isso é diferente da fotografia que, embora também forçosamente analítica, esmiúça muito menos o significado das coisas no âmbito de seu recorte. O mapa infiltra-se na realidade e exfiltra para o leitor o conhecimento apurado, o entendimento profundo de cada parte que compõe uma determinada realidade. Fazer mapas implica análise científica detalhada do espaço a ser mapeado, daí, para se compreender como funciona tal espaço, ser necessário ler variados mapas da mesma área.

A Geografia é uma ciência holística, ou seja, aquela que privilegia o todo e não as partes como não poderia deixar de sê-lo, haja vista seu objeto de estudo, o Espaço Humano no Planeta Terra. A Geografia não analisa, abrange. É a ciência sem a qual os conhecimentos não fecham. É a Geografia que dá esse arremate, essa totalização ao edifício, essa visão de conjunto ao demonstrar as conexões que dissipam o erro de quem só vê em parte.

Fazer geografia é confeccionar mapas do Espaço Humano na Terra, ainda que sem desenhá-los, e usar todos eles em um estudo completo, profundo, apaixonado e revelador.

 

Por Carlos Alberto Carvalho.